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Arquivos de December, 2008

Borgonha 2 – Em diante

Dando seqüência ao quase já antiquíssimo post sobre a Borgonha, que falava em geral da região e das denominações básicas, um trechinho sobre as denominações que especificam melhor a origem dos vinhos:

As denominações mais específicas são, progessivamente, mais restritas. A etiqueta pode indicar, portanto, de acordo com a origem das uvas:

  • uma região;
  • um Village;
  • um vinhedo específico.

Os vinhos regionais (por exemplo, de Hautes-Côtes de Nuits) provêm de qualquer vinhedo dentro daquela região e compreendem vinhos de vários níveis de qualidade, como no mapa abaixo.… Leia mais...

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Alhos e Bugalhos

Que é fácil confundir termos técnicos e denominações com as quais não estamos habituados, sem dúvida é sim. Quando tratamos de vinho, então, tão “recente” para o povo brasileiro – ou ainda, tão desconhecido para a IMENSA maioria – há confusão constante e muita. Me entristece porém que o próprio pessoal do meio estimule confusão e gere ainda mais bagunça. É fato que, num mercado tão novo, o “pessoal do meio” seja também um tanto… despreparado.

Foi com alguma alegria que ouvi hoje, da boca de um respeitado especialista, que ele considerava o Manoel Beato o melhor… Leia mais...

Até as leveduras

Esse post ficou perdido nos rascunhos!

Just-drinks.com mandou contar que as leveduras também fazem “timinho”: um grupo de cientistas dos EUA, Bélgica e França descobriu que as leveduras com o gene FLO1 se juntam para defender-se de ameaças (como o álcool e os antibióticos) e deixam as que não têm o mesmo gene de fora.

“Mó clubinho”, diria um amigo meu.

Leram nossos pensamentos, ragazzi

Pra quem não viu ainda, tem um breve debate sobre as pontuações na diVino desse mês. Alexandra Corvo queima pestanas achando absurdo pontuar e me identifico muito com os argumentos dela, embora não com as conclusões.

Fiquei triste com quão pouco extenso o espaço dedicado ao debate e nenhum comentário sobre os critérios utilizados pelos degustadores para avaliar os vinhos que eles provaram durante a conversa… Continuo com um rascunho aqui sobre superficialidade sendo escrito há um ano – e tentando não deixar um rabo pra sentar em cima ao falar dos outros.

O que o Bob diz

Preparando material de divulgação, tenho aqui em mãos o mais recente “Parker’s Wine Buyer’s Guide”, sobre o qual ainda pretendo fazer um post. Para não deixar a peteca cair no debate sobre as pontuações, traduzi a opinião do Parker sobre as pontuações e o descritivo de como ele pontua. Acho válido e importante considerar o que ele diz.

Notem:
a importância que é dada aos vinhos de 85 a 89 pontos;
quantas vezes ele repete que as notas refletem a opinião dele;
o quanto é importante o fato de que há técnica e método envolvidos;
o conteúdo indispensavelmente importante do último… Leia mais...

Pontuando de novo

A Helô, do É só um diário… virou leitora assídua do Peripécias e contribuinte séria para o debate sobre as notas. Lendo seu post (que comentava do meu post, que comentava do post do Elliot, que comentava do post do Lillie num meta-comentário quase cansativo), resolvi deixar meus “dois centavos” no blog dela, mas eles acabaram se tornando um texto…
Seguem aí meus “dois mil dólares”:

Quanto às pequenas variações na pontuação, entende-se que pontuações “técnicas” sigam um método que dá pontos de acordo com uma avaliação razoavelmente objetiva – pontos máximos são atribuídos… Leia mais...