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Projeto WSET Diploma – Como Funciona?

Diploma

Leu a introdução? E a primeira parte?

Vamos ver aqui os formatos de estudo, como se inscrever e o que esperar em linhas gerais. No próximo post veremos mais detalhes sobre a estrutura de examinação e o tempo a se dedicar.

A preparação para o Diploma é fascinante, mas exige bastante esforço. Quem superou outras qualificações do WSET já tem alguma noção da estrutura e formato, além do método de estudos e degustação mas ainda assim irá se defrontar com um outro bicho, comparando com os níveis anteriores. Quem não conhece ainda, terá obrigatoriamente de superar o nível 3 e deveria considerar também fazer ao menos o 2.

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Dois formatos principais

Há várias formas de cursar o Diploma e dá pra dividir em dois formatos principais: “Presencial” e “Online.” Mesmo no modo online é preciso viajar, ao menos para fazer provas, que são abertas (com exceção de uma) e exigem muito preparo: um bom estudo de regiões, muita degustação aplicando o método com rigor e constante atenção às notícias de mercado para os exames de Business of Wine e questões específicas nas provas regionais são as linhas gerais do que é preciso fazer. Um bom domínio do inglês é bem importante. Se possível, pratique a redação de pequenos ensaios e busque tomar notas de degustação sempre em inglês.

A sede do WSET, em Londres, oferece tanto o modelo online quanto diferentes formatos presenciais. A forma mais prática para brasileiros no momento é a “Online” que prevê estudos através de uma sala de aula virtual e menos idas ao exterior.

BEM IMPORTANTE [ATUALIZADO! Julho/2016]: Existe uma turma no formato “Online” em andamento no Brasil e planos declarados pelo WSET abertura de novas turmas a cada dois ou três anos. São feitas uma ou mais sessões de apoio com um tutor enviado por Londres e o instituto estimula seus provedores locais (conhecidos como APPs, “approved programme providers”) a oferecer mini-cursos preparatórios para cada prova – embora nenhum deles tenha ainda executado esses cursos.

Algumas pessoas também preferem ir a Nova York, onde é possível se inscrever em cada módulo separadamente, ao invés de pacotes de módulos. Há cursos/exames sendo feitos também em outros lugares dos Estados Unidos (várias cidades da Califórnia, Boston, outras e já há novidades concretas por vir…), no Canadá, Áustria, Bélgica, França, Grécia, Hong Kong, Tóquio, Nova Zelândia, Austrália, Noruega, Singapura e Suécia.

O curso presencial dá três vantagens grandes:

1. Você prova bastantes vinhos, de maneira conduzida, às cegas e às claras. Isto é especialmente importante para tomar familiaridade com os estilos menos comuns no Brasil ou com subzonas de regiões clássicas e se acostumar com provas às cegas que não são competições de quem acerta mais vinhos.

2. Você tem professores diante de si com quem conversar e tirar dúvidas. Eles não serão sempre geniais, mas alguns estão entre as maiores referências do mundo do vinho em suas áreas.

3. Você conhece gente do mundo todo, inclusive fazendo contatos que no futuro poderão ser importantes.

O curso à distância dá, a meu ver, duas vantagens grandes:

1. Sai MUITO mais barato, com cerca de metade de viagens requeridas e metade das taxas de inscrição [ainda preciso avaliar as diferenças de se fazer no Brasil];

2. O timing é um pouco mais adequável às suas necessidades. Salvo engano, em Londres você não tem muita opção no curso à distância, mas em NY você pode se inscrever módulo a módulo.

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Em suma…

Com relação às datas e preços em Londres, veja aqui:

Informações gerais (há um link específico para o Online também)

Preços e datas 

Buscador de provedores em outros lugares

Ainda sobre o assunto:

A duração e o tempo de dedicação

Outras pessoas no Brasil

Bibliografia de estudos

Mais? – quem sabe com mais tempo…

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