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De Frescuribus non Proliferandus Est (ou Deveriabus Ser) II

Se você não leu a primeira parte, clique aqui.

Lição Três: Sobre como eu, que estou pagando e não gostei do vinho, mando devolver a garrafa, que está ruim.

Pois é, meus amigos. Eu gostaria de ter um “dinheiros” (D$, moeda corrente no mundo da imaginação dos clientes de restaurantes) para cada garrafa bouchonée que foi tomada como se fosse um Grand Cru Classé de alguns milhares de dólares, enquanto inúmeras garrafas de vinhos em excelente estado de conservação são devolvidas aos garçons por “certamente estarem avinagradas”.

De Frescuribus non Proliferandus Est (ou Deveriabus Ser) – Ou "Larga de Frescura com a Minha Garrafa de Vinho!"

Acabo de descobrir mais uma fonte, dentre as muitas do momento “blog de vinhos”, de boas referências online sobre vinho: o site “Bacco e Bocca”, que vocês podem encontrar na seção “Outros Perípeces” ao lado.

Bacco e Bocca é uma “dupla de cinco” amantes do vinho, alguns deles aparentemente profissionais do vinho, mas inimigos da baboseira enológica (e restauratológica) que se espalha com agilidade pelo território nacional e um dos artigos mais ácidos e inteligentes deles é sobre a “frescura no serviço e consumo de vinho no Brasil”, o que é muito visto e pouco debatido por aí.… Leia mais...

De Gustibus Non Disputandum Est 2

 

Se você não leu a primeira parte, clique aqui.

 

Muito bem, vamos retomar o Gosto.

É fácil observar toda a polêmica dos infinitos debates sobre a tecnologia de produção, sobre as opções que o enólogo tem. Qualquer apreciador com um pouquinho mais de tempo de taça já se embrenhou em uma conversa:

· sobre inner-staves ou oak chips (tábuas facilmente manobráveis dentro dos tanques de aço ou lascas de madeira que, de certa forma, substituem as barricas de carvalho ao doar ao vinho aromas e sabores… Leia mais...

De Gustibus Non Disputandum Est

Lawrence Osborne, no livro “O Connaisseur Acidental”, preocupa-se, desde o início, em descobrir se é ele quem trai seu próprio gosto ou se é seu gosto quem o trai. O dilema é autêntico: o autor, como eu mesmo, duvida das próprias opiniões.

Talvez a maioria de nós, com um segundo de reflexão sobre seu próprio paladar e opniões estéticas, possa chegar à mesma bifurcação: uma certeza de que gosta do que gosta e uma dúvida aguda sobre o próprio gosto.

Afinal, o gosto o que é?

1. Fisiologicamente: é uma propriedade perceptível pelo… Leia mais...

Sobre Bares de Vinho

<span class='IDCommentsReplace' style='display:none'>19</span>2 Comments<span style='display:none' id='IDCommentPostInfoPermalink19'>http%3A%2F%2Fwww.bsmp.com.br%2Fperipecias%2F2007%2F02%2F08%2Fsobre-bares-de-vinho%2F</span><span style='display:none' id='IDCommentPostInfoTitle19'>Sobre+Bares+de+Vinho</span><span style='display:none' id='IDCommentPostInfoTime19'>2007-02-08+18%3A36%3A00</span><span style='display:none' id='IDCommentPostInfoAuthor19'>Beda</span><span style='display:none' id='IDCommentPostInfoGuid19'>http%3A%2F%2Fperipeciaspalacescas.wordpress.com%2F2007%2F02%2F08%2Fsobre-bares-de-vinho%2F</span>

O blog Vinography, recentemente premiado na França como melhor wineblog internacional, soltou mais uma muito boa. Seu autor, Alder Yarrow, elaborou uma interessante análise sobre os Bares de Vinhos que estão pipocando para todo lado.
Não posso negar que toda essa propaganda aqui nas Peripécias se deva ao tanto que me identifiquei com o que ele pensa, em especial considerando o bar de vinhos Outono 81, em Belo Horizonte, que carreguei no colo com os proprietários…

Seguem os pontos mais importantes, mas você pode clicar aqui para ler na íntegra em inglês.

“Talvez você já tenha… Leia mais...

Beber ou Degustar

Nos dez excepcionais dias em que estive no Chile no último ano, uma das experiências mais marcantes que tive foi a convivência com um conjunto de enólogos jovens, estudantes da pós-graduação em Enologia da “Universidad de Chile”.

Todos muitos dispostos a um bom debate, simpáticos e cada um com uma carga de experiência enológica completamente diferente da do outro, portavam todos, uns mais outros menos, uma peculiaridade que me chamou muito a atenção.

Com este grupo de enólogos visitei dois diferentes eventos de vinho, em que muitas amostras estavam disponíveis para prova. Ávidos por experimentar coisas… Leia mais...

Obra Número Um – não se engane, não fui eu.

<span class='IDCommentsReplace' style='display:none'>16</span>1 Comment<span style='display:none' id='IDCommentPostInfoPermalink16'>http%3A%2F%2Fwww.bsmp.com.br%2Fperipecias%2F2007%2F01%2F17%2Fobra-numero-um-nao-se-engane-nao-fui-eu-2%2F</span><span style='display:none' id='IDCommentPostInfoTitle16'>Obra+N%C3%BAmero+Um+-+n%C3%A3o+se+engane%2C+n%C3%A3o+fui+eu.</span><span style='display:none' id='IDCommentPostInfoTime16'>2007-01-17+12%3A19%3A00</span><span style='display:none' id='IDCommentPostInfoAuthor16'>Beda</span><span style='display:none' id='IDCommentPostInfoGuid16'>http%3A%2F%2Fperipeciaspalacescas.wordpress.com%2F2007%2F01%2F17%2Fobra-numero-um-nao-se-engane-nao-fui-eu-2%2F</span>

Opus One, a obra do título, se situa bem no meio, entre o amor e o ódio, o velho e o novo.
Ícone da revolução viti-vinícola nos Estados Unidos, Robert Mondavi, o papa da enologia norte-americana, é o rostinho da esquerda.
Philippe de Rotschild, o barão do vinho francês, representa a tradição européia.
É produzido em Napa, a capital viti-vinícola dos Estados Unidos, com um corte tradicional bordalês: Cabernet Sauvignon (84%) dá o tom do vinho, temperada com Merlot (6%), Cabernet Franc (5%), Malbec (3%) e Petit Verdot (2%).


Custo aproximado em