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Posts com a Tag ‘adega’

The Paulistan Paradox

Devo dizer que São Paulo é impressionante. É uma metrópole, cosmopolita, com todos os seus entra-e-sai de gringos, paraíbas e paulistanos. Rica, pobre, grande até perder de vista, possui aproximadamente escandalosos

restaurantes.

. Doze mil e quinhentos.

Para uma pessoa como eu, que veio do interior, lá de Roça Grande das Minas Gerais – também conhecida como Belo Horizonte ou Capital do Ande-Cem-Metros-e-Pare-No-Sinal – doze mil e quinhentos, vejam bem, doze MIL e quinhentos restaurantes é uma quantidade interminável. Tem paulistano que diz que São Paulo é a

Vinho e Movimento

Leia a introdução deste artigo em “Matt Kramer e o Armazenamento de Vinhos

O segundo aspecto analisado por Matt Kramer em seu livro “Making Sense of Wine” – que, vocês já sabem, foi lançado no Brasil há pouco – é o movimento. Todo mundo já leu, ouviu, viu, que a adega ou o lugar onde o vinho vai ficar guardado tem de ser também “tranqüilo”. As vibrações, segundo os especialistas, são maléficas para o vinho e aceleram seu… Leia mais...

Vinho e Umidade

Leia a introdução deste artigo em “Matt Kramer e o Armazenamento de Vinhos

Normalmente se diz que uma adega adequada deve reter uma certa umidade (a quantidade varia, mas normalmente fala-se de cerca de 70%). A explicação habitual é que a umidade ajuda a rolha a conservar-se intumescida e a isolar o vinho.

Kramer ressalta que, em boa parte, o mito da umidade das adegas provém do estereótipo das tradicionais adegas européias (em especial inglesas e francesas) naturalmente muito úmidas e seguramente muito eficientes… Leia mais...

Matt Kramer e O Armazenamento de Vinhos

Segundo Matt Kramer (na foto ao lado), escritor e colunista da Wine Spectator, o vinho que cabe no seu bolso é aquele que você pode comprar em caixa de 12 e abrir as garrafas em períodos regulares de tempo para observar as mudanças no vinho. Ao término da caixa, você acaba por conhecer intimamente aquele vinho!

Seria ótimo se todos pudéssemos ter “caixas de 12” em número suficiente para beber diferentes vinhos e ainda tornarnos íntimos deles, mas o grande desafio está em encontrar o equilíbrio entre o que queremos e o que podemos, de fato, pagar.… Leia mais...

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Banalização da Complexidade

Revue du Vin de France, edição de abril. Coluna de Éric Riwer:

Le Figaro quer ‘acabar com a eno-complexidade’, a saber, o fenômeno pelo qual os franceses ficam complexados pela sua falta de conhecimento sobre o vinho. Segundo uma sondagem efetuada pelo Ipsos-Afvin, 60% dos franceses confessam não compreender nada sobre vinho.

Isto explica a constatação publicada por Les Échos em um artigo entitulado ‘O mundo do vinho faz sua pedagogia’. Gérard Bertrand explica: ‘É necessário propor códigos de leitura diferentes […] para tornar o mundo do