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Posts com a Tag ‘enologia’

Vinhos com vinhos – jogos e garrafas

A onda do momento no grupo de colecionadores de jogos do qual eu faço parte (hmm, tá, tem gente lá que joga, mas o grupo é de colecionadores) é fazer piada com Vinhos. Nada contra a minha pessoa ou a bebida – apesar de que no grupo há um mágico que é apresentando como mágico, um jornalista apresentado como blogueiro e normalmente me apresentam como bêbado, o que muito raramente é verdade.

Mais que motivo, o mote das piadas é o recém-lançado e muito comentado (no gueto dos jogos de tabuleiro de verdade)… Leia mais...

Das safras e degustações às cegas – finalmente

A safra de um vinho, para o consumidor, é um negócio esquisito: por um lado, sem dúvida, é referência importante de qualidade já que afeta o vinho diretamente (afinal, a videira é considerada a planta que mais fielmente transfere aquilo que viveu para seu fruto e em seguida para a bebida produzida com esse fruto), enquanto, por outro, não é nada dessas coisas no dia-a-dia do bebedor comum de vinhos.

Muita gente já chega afiada às lojas e restaurantes, engatilhando um “só 2005” ou “2002 de jeito nenhum” ou sacando uma elaborada pero no mucho

"A biodinâmica é um embuste"

Pesado, não?

Não é só uma frase de alguém – é o nome de um blog, inteiramente dedicado a desmanchar a imagem que a biodionâmica alcançou e a dimensão quase religiosa com que vem se expandindo. O autor, o enólogo Stuart Smith, decidiu embarcar nessa viagem (sem volta, devo dizer) ao assistir um vídeo de outro enólgo, Mike Benzinger, em que este apresentava o uso de chifres no preparo de compostos como uma “prática camponesa ancestral”.

Baseada nas palestras de Rudolph Steiner, hoje a biodinâmica mistura as linhas de cultivo orgânico e sustentável com uma série de práticas que envolvem homeopatia, astrologia em uma espécie de holística que integra até a agricultura “espiritualmente.” Complicadinho, né. Vocês não viram nem o começo. Leia mais...

Vinho e Tecnologia ou Pequeno Dicionário da Manipulação Enológica

Dentro do eterno embate entre a tradição e a inovação, o vinho ocupa um espaço de destaque. Um dos produtos mais antigos da história da humanidade (considera-se que exista vinho desde o surgimento das primeiras civilizações e há provas de produção planejada há cerca de 10.000 anos), é para muitos um dos últimos laços da cultura humana com a natureza, uma união evidente entre o “milagre natural” e o engenho do homem.
Talvez a mais impactante discussão (há várias relacionadas ao assunto) seja a da manipulação do vinho. Enólogos, apreciadores e críticos mantêm um judô verbal sobre o uso

Beber ou Degustar

Nos dez excepcionais dias em que estive no Chile no último ano, uma das experiências mais marcantes que tive foi a convivência com um conjunto de enólogos jovens, estudantes da pós-graduação em Enologia da “Universidad de Chile”.

Todos muitos dispostos a um bom debate, simpáticos e cada um com uma carga de experiência enológica completamente diferente da do outro, portavam todos, uns mais outros menos, uma peculiaridade que me chamou muito a atenção.

Com este grupo de enólogos visitei dois diferentes eventos de vinho, em que muitas amostras estavam disponíveis para prova. Ávidos por experimentar coisas… Leia mais...

Obra Número Um – não se engane, não fui eu.

Opus One, a obra do título, se situa bem no meio, entre o amor e o ódio, o velho e o novo.
Ícone da revolução viti-vinícola nos Estados Unidos, Robert Mondavi, o papa da enologia norte-americana, é o rostinho da esquerda.
Philippe de Rotschild, o barão do vinho francês, representa a tradição européia.
É produzido em Napa, a capital viti-vinícola dos Estados Unidos, com um corte tradicional bordalês: Cabernet Sauvignon (84%) dá o tom do vinho, temperada com Merlot (6%), Cabernet Franc (5%), Malbec (3%) e Petit Verdot (2%).


Custo aproximado em