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Posts com a Tag ‘restaurante’

The Paulistan Paradox

Devo dizer que São Paulo é impressionante. É uma metrópole, cosmopolita, com todos os seus entra-e-sai de gringos, paraíbas e paulistanos. Rica, pobre, grande até perder de vista, possui aproximadamente escandalosos

restaurantes.

. Doze mil e quinhentos.

Para uma pessoa como eu, que veio do interior, lá de Roça Grande das Minas Gerais – também conhecida como Belo Horizonte ou Capital do Ande-Cem-Metros-e-Pare-No-Sinal – doze mil e quinhentos, vejam bem, doze MIL e quinhentos restaurantes é uma quantidade interminável. Tem paulistano que diz que São Paulo é a

Be Fresh

Descobri ontem acompanhado da Gaya um refúgio no Itaim: recém-inaugurado, o Be Fresh é um restaurante de comida alternativa e, mais precisamente, “saudável”. Normalmente, eu fujo um pouco de vegetarianismos e outros movimentos meio hippie-gastronômicos, mas o lugar me fisgou rápido, só de olhar.O espaço é muito agradável: amplo, claro e com uma brisinha leve constante. A sensação é de estar no Rio de Janeiro e não no meio do concreto paulistano.
O serviço, apesar de talvez ainda um pouco verde, sem prática, é um dos melhores que eu já encontrei em São Paulo (paradoxal, não?). Os garçons são

De Frescuribus non Proliferandus Est (ou Deveriabus Ser) III

Se você não leu a segunda parte, clique aqui. Se não leu também a primeira parte, clique aqui.

Estimados clientes,

Os restaurantes têm uma medida para as taças de vinho. A menos que você perceba que há uma variação na quantidade, por favor entenda que o preço cobrado é pela quantidade de vinho calculada, e isto não quer dizer uma taça… Leia mais...

De Frescuribus non Proliferandus Est (ou Deveriabus Ser) II

Se você não leu a primeira parte, clique aqui.

Lição Três: Sobre como eu, que estou pagando e não gostei do vinho, mando devolver a garrafa, que está ruim.

Pois é, meus amigos. Eu gostaria de ter um “dinheiros” (D$, moeda corrente no mundo da imaginação dos clientes de restaurantes) para cada garrafa bouchonée que foi tomada como se fosse um Grand Cru Classé de alguns milhares de dólares, enquanto inúmeras garrafas de vinhos em excelente estado de conservação são devolvidas aos garçons por “certamente estarem avinagradas”.

Beber ou Degustar

Nos dez excepcionais dias em que estive no Chile no último ano, uma das experiências mais marcantes que tive foi a convivência com um conjunto de enólogos jovens, estudantes da pós-graduação em Enologia da “Universidad de Chile”.

Todos muitos dispostos a um bom debate, simpáticos e cada um com uma carga de experiência enológica completamente diferente da do outro, portavam todos, uns mais outros menos, uma peculiaridade que me chamou muito a atenção.

Com este grupo de enólogos visitei dois diferentes eventos de vinho, em que muitas amostras estavam disponíveis para prova. Ávidos por experimentar coisas… Leia mais...